quarta-feira, 19 de maio de 2010

Cientista Inspirado pelo Dalai Lama Happiness Studies – a PRIMEIRA sala de Meditação numa Universidade


Cientista Inspirado pelo Dalai Lama Happiness Studies – a PRIMEIRA sala de Meditação numa Universidade


14 de maio de 2010

Madison, WI, E.U.A., 14 de maio de 2010 (Por Ryan J. Foley, AP) - Depois de ouvir sobre suas pesquisas de ponta sobre o cérebro e as emoções através de amigos em comum, o Dalai Lama convidou Richard Davidson para a sua casa na Índia em 1992 para uma pergunta.

Os cientistas do estudo da depressão, muitas vezes, a ansiedade eo medo, mas porque não dedicar seu trabalho para as causas dos resultados positivos qualidades humanas como a felicidade e compaixão? o líder espiritual tibetano no exílio pediu.

"Eu não poderia lhe dar uma boa resposta", lembrou Davidson, um neurocientista da Universidade de Wisconsin-Madison.


Desde então, Davidson tornou-se um parceiro na tentativa do Dalai Lama para construir uma ligação entre o budismo ea ciência ocidental. Este fim de semana, o Dalai Lama irá marcar a abertura do Centro de Investigação mentes saudáveis na universidade Waisman Center, onde mais de uma dezena de pesquisadores vai estudar a ciência por trás qualidades positivas da mente. Davidson disse que o centro será o único no mundo com uma sala de meditação ao lado de um laboratório de imagens cerebrais.

investigação Davidson tem usado a tecnologia de imagens cerebrais em monges budistas e outros profissionais veterano da meditação para tentar aprender como a sua formação afeta a saúde mental.

resultados da sua equipe sugerem a meditação e outras "práticas contemplativas" pode melhorar a compaixão, empatia, simpatia e atenção. Eles apóiam o conceito de que mesmo os cérebros adultos pode mudar com a experiência e aprendizado.

"Ele fez algumas descobertas interessantes sobre a meditação, e eu acho que ele está fazendo ciência muito bom", disse John Wiley, que foi chanceler da universidade 2001-2008 e é diretor interino dos Institutos de Wisconsin para a descoberta.

Inicialmente, "um número significativo de seus colegas ao redor do mundo eram suspeitos e achei que não foi devidamente fundamentada na ciência dura", disse Wiley. "Ele provou que eles estavam errados."

A aparência surge como o Dalai Lama passou mais tempo promover a investigação tradicionais práticas de meditação budista e exortando os cientistas para ajudar a criar um mundo mais ético e pacífico.

Davidson, um dos mais nomeado pela revista Time 100 pessoas mais influentes em 2006, vai aparecer com o Dalai Lama em eventos científicos cinco vezes este ano.

"Sua relação com o Dalai Lama dá uma grande influência do público à ciência dura que ele faz", disse David Ad-diss, a antigos centros de Doenças oficial de controle que hoje trabalha no Instituto Fetzer, uma organização sem fins lucrativos Michigan que deu Davidson um 2,5 dólares milhões de subvenção.

Contudo, Davidson relação com o Dalai Lama continua a ser controversa. Quando ele convidou o Dalai Lama falar em uma conferência de neurociência de 2005, dezenas de pesquisadores assinaram uma petição em protesto.

Algumas das críticas pareciam motivados por pesquisadores chineses que discordam politicamente com a posição do Dalai Lama sobre o Tibete. Outros disseram que era uma mistura inadequada de fé com a ciência.

Davidson, que medita diariamente, mas não se considerar um praticante budista, também tem sido criticado por ser muito próximo a alguém com um interesse no resultado de sua pesquisa.

Davidson disse que o compromisso do Dalai Lama, a ciência é notável para um líder religioso de sua estatura, e assinala que o Dalai Lama disse que está disposta a desistir de qualquer parte do budismo, que é contrariada pelo fato científico.

"Ele também é o primeiro a apontar as limitações da meditação e como ela não é uma cura tudo e ser tudo por tudo e tem efeitos muito limitados sobre a saúde", disse Davidson.

Davidson está pronto para testar suas pesquisas em situações do mundo real. O centro de planos para começar a formação local de professores de quinta série, no próximo outono de cultivar habilidades como a paciência e relaxamento entre seus alunos.

"Estamos realmente intrigado com a sua pesquisa que mostra que os alunos podem aprender a relaxar para que eles possam se concentrar mais no aprendizado", disse Sue Abplanalp, superintendente assistente para o ensino fundamental nas escolas públicas Madison.

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

PRÁTICA DE MAGIA ou Moderna Feitiçaria – Um caso real passado em Boston, em 1976 – uma cena de magia presenciada por milhares de pessoas dentro de uma Igreja

PRÁTICA DE MAGIA ou Moderna Feitiçaria – Um caso real passado em Boston, em 1976 – uma cena de magia presenciada por milhares de pessoas dentro de uma Igreja


Tive oportunidade de arranjar esta noticia, por uma amiga do E.U.A. Este e mais alguns, são casos reais que por serem testemunhos vivos, eu traduzi para colocar aqui, por serem uma prova real da existência daquelas forças de que se fala mas não se veêm

NOTICIA
Os paroquianos da respeitável igreja da rua Arlington, em Boston, viram e ouviram muita coisa ao longo dos anos. Afinal, é em seu altar que o evangelho unitário de um deus único, e não tríplice, tem sido transmitido de geração em geração. Foi ali também, numa crise agora remota, que o abolicionista William Ellery Channing protestou contra os malefícios da escravatura. E, um século depois, seria nessa mesma igreja que vários manifestantes exteriorizariam o seu protesto contra a intervenção americana no Vietname.

Contudo, é possível pensar que nem mesmo paroquianos com tanta tradi¬ção e audácia teriam sido capazes de prever a incrível cena que ocorreu nessa igreja numa sexta-feira de Abril, no ano de 1976. Naquela noite, quando as luzes da igreja diminuíram e o som cristalino de uma flauta se espalhou por entre mais de mil mulheres ali reunidas, quatro feiticeiras, cada uma delas empunhando uma vela, colocaram-se ao redor do altar. Com elas encontrava-se uma alta sacerdotisa da magia, Morgan McFarland, filha de um ministro protestante. Numa voz clara e firme, McFarland proferiu um longo encantamento cujos místicos ecos pareciam realmente muito distintos da doutrina que os paroquianos unitaristas estavam habituados a ouvir:

Excerto da Invocação da Maga:

"No momento infinito antes do início do Tempo, a Deusa se levantou em meio ao caos e deu a luz a Si Mesma (...) antes de qualquer nascimento (...) antes de seu próprio nascer. E quando separou os Céus das Águas e neles dançou, a Deusa, em Seu êxtase, criou tudo que há. Seus movimentos geraram o vento, o elemento Ar nasceu e respirou."



Enquanto a alta sacerdotisa prosseguia em seu cântico, descrevendo sua própria versão da criação do mundo, suas companheiras de altar começaram a acender as velas, uma após a outra — a primeira para o leste, depois para o sul, o oeste e, por fim, para o norte. As palavras de MacFarland repercutiam, ressoando diante de todos como se fossem ditas pela voz de uma antiga pitonisa, uma voz que invocava a grande divindade feminina que, segundo afir¬mavam as sacerdotisas, havia criado os céus e a terra. No seu canto, MacFarland rememorava o dia em que a deusa criara a primeira mulher e lhe ensinara os nomes que deveriam ser eternamente pronunciados em forma de oração:

"Sou Ártemis, a Donzela dos Animais, a Virgem dos Caçadores. Sou Isis, a Grande Mãe. Sou Ngame, a Deusa ancestral que sopra a mortalha. E serei chamada por milhares de nomes. Invoquem a mim, minhas filhas, e saibam que sou Nêmesis."

Tudo isso ocorreu durante uma convenção de três dias, cujo tema era a espiritualidade feminina. Apesar de recorrer a elementos familiares tais como velas, túnicas e música, essa foi a prece menos ortodoxa que já ecoara pelas paredes de arenito da igreja da rua Arlington. A cerimónia deve ter sido contagiante, pois no final a nave da igreja estava repleta de pessoas dan¬çando e quase mil vozes preenchiam aquele local majestoso e antigo unidas em uma só cantilena que dizia:

"A Deusa vive, há magia no ar. A Deusa vive, há magia no ar."

Para muitos especialistas que pesquisam a história da feiti¬çaria, aquela deusa invocada durante a cerimónia, uma deusa cuja dança arrebatada teria urdido o vento, o ar e o fogo e cujo riso, afirmava-se, instilara a vida em todas as mulheres, não poderia, de modo algum, ter existido no momento da criação, porque nasceu e re¬cebeu a sua aparência, tanto quanto sua personalidade, de uma imaginação absoluta¬mente moderna. Sua origem histórica, afirmam os cépticos, limita-se a poucos traços co¬lhidos de concepções um tanto nebulosas relacionadas com divindades da Europa pré-cristã, concepções estas que teriam sido intencional¬mente rebuscadas com deta¬lhes teatrais para adequar-se aos ritos e cerimónias.

Porém, para muitos praticantes da Magia, a sua Grande Deusa é realmente um ancestral espírito criador, cultuado na Europa e no Oriente Próximo muito antes da intro¬dução do Deus cristão. Acreditam que a deusa tenha sobrevivi¬do aos séculos de perseguição ocultando-se nos corações de seus adoradores secretos, filhos e filhas espirituais que foram condenados á tortura e à fogueira da Inquisição devido a suas crenças. E agora, dizem, a deusa emerge mais uma vez, aberta¬mente, inspirando celebrações nos redutos daquela mesma reli¬gião organizada que anteriormente tentara expurgar tudo que estivesse relacionado com ela e seus seguidores.

Seus modernos adeptos não têm a menor dúvida quanto à antiguidade de sua fé. Ser um feiticeiro, afirma um deles, é

"en¬trar em profunda sintonia com coisas que são mais antigas do que a própria espécie humana".

E, realmente, até certos não-iniciados declaram perceber nesse movimento dos praticantes de magia uma força invisível que anima o universo. Uma mulher que classificou os ensinamentos e ritos da magia como "meras palavras, sem qualquer significado", disse no en¬tanto que, quando compareceu ao local no qual as magas se reuniam, sentiu uma força que parecia pairar além dos limites da razão. "Sinto uma corrente", confessou em carta a uma ami¬ga, "uma força que nos cerca. Uma força viva, que pulsa, flui e reflui, cresce e desaparece como a lua (...) não sei o que é, e não sei como usá-la. É como quando se está bem perto de uma corrente eléctrica, tão perto que se pode até ouvir seu zumbido, seu estalo, mas sem conseguir conectá-la."

Hoje, contudo, milhares de homens e mulheres que levam uma vida comum, afora essa busca, acreditam estar conectando essa corrente e extraindo energia daquilo que Theo-dore Roszak define como "a fonte da consciência espiritu¬al do homem". No decorrer desse processo, estes que se proclamam neo-pagãos des¬cobrem — ou, como dizem alguns deles, redescobrem — o que afirmam ser uma reli¬gião ancestral, uma religião cuja linguagem é a do mito e do ritual, cuja fé professa a realidade do êxtase e é difícil de ser definida, uma religião de muitas divindades e não de apenas um só Deus.

Esses modernos adora¬dores da natureza, tal como os pagãos de eras passadas, não separam o natural do so¬brenatural, o ordinário do extraordinário, o mundano do espiri¬tual. Para um neo-pagão, tudo pertence a um mesmo todo. Cal¬cula-se que o número de neo-pagãos alcance um número aproximado de 100 mil ou mais adeptos nos Estados unidos, formando uma irmandade que se reflecte na verdadeira explo¬são de festivais pagãos iniciada na década de 70. No final da década de 80, havia mais de cinquenta desses festivais nos Estados Unidos, atraindo uma plateia que reunia desde os adeptos mais radicais até aos meros curiosos.

Segundo Margot Adler, autora de Atraindo a Lua, um livro que documenta a ascensão do neo-paganismo, tais festivais "mudaram comple¬tamente a face do movimento pagão e estão gerando uma comunidade pagã nacional. Adler afirma que esse grupo abrange pessoas cujo perfil social inclui desde tatuadores e estivadores até banqueiros, advogados e muitos profissionais da área de informática.

Esta é uma noticia que nos dará que pensar, para os templos que correm, cujo nosso saber, é já diferente da geração de 70; hoje podemos apreciá-la de forma diferente da mentalidade dos anos 70, nosso crescimento espiritual tem sido acelerado, pois assim está escrito nas leis Divinas incriadas e por isso inalteráveis.

Que cada um de nós tire daqui a ilacção que sua mente, seu conhecimento e seu coração lhes permitirem.

MariaHelena

sábado, 10 de abril de 2010

TEOLOGIA PROFÉTICA DOS NÚMEROS ---- UNIDADE, FÉ, LIBERDADE

TEOLOGIA PROFÉTICA DOS NÚMEROS ---- UNIDADE, FÉ, LIBERDADE
                                         NÚMERO “1” A UNIDADE
De acordo com o ensinamento do Mestre E. Levi, a “unidade”, ou seja o nº “1” é o princípio e a síntese de todos os números.

É a ideia de Deus e do homem, é a aliança da razão e da fé.

E porque a fé não pode ser oposta á razão, ela é exigida pelo Amor, por isso é idêntica á Esperança.
“Amar” é acreditar e esperar, - e a este impulso triplo da Alma dá-se o nome de “Virtude”, porque é preciso Coragem para realizá-lo.

Aqui o Mestre pergunta:
“ mas haveria Coragem nisso se não existisse a dúvida?”

Para isto Ele afirma: - “Poder duvidar é duvidar. Por isso, a Dúvida é a força equilibrante da Fé e tem todo o mérito em existir.”

A Fé e, por conseguinte, a Esperança e o Amor são tão livres em sua existência, que o homem não os impõe a ninguém.

Raciocinar sobre a Fé – diz-nos o Mestre – é disparatar, uma vez que o objecto da Fé é externo á Razão. – Se nos perguntarem: “existe um Deus?”, quase todos nós respondemos: - “Acredito que sim”. Porquê?
Porque se tivéssemos a Certeza, não Acreditaríamos n’Ele…..nós o SABERÍAMOS.

Manifestar a Fé é admitir – termos de uma hipótese comum.

A Fé começa onde a ciência acaba; por isso, ampliar a ciência é “aparentemente” suprimir a Fé, mas na realidade o efeito é contrário porque as negações científicas ampliam a base da Fé e da Esperança.

Por exemplo, a “analogia”(o m.q. comparação) era o dogma único dos antigos magos, era verdadeiramente mediador, pois é metade científico e metade hipotético, ou seja, metade Razão e metade poesia. Mas este

Dogma foi e será sempre o gerador de todos os outros.
Vejamos:
O que é o Homem-Deus? – É o que realiza na vida o ideal mais divino.

A Fé é uma adivinhação da inteligência e do Amor…… e estes são dirigidos pelos indicies da Natureza e da Razão.

Na maioria das vezes das vezes, a Fé é a realização hipotética dos fins últimos da Esperança. É a adesão ao signo visível das coisas que não se veem.

Pode-se negar um Deus qualquer, mas o Deus Absoluto e Infinito não se pode negar…..PORQUE NÃO SE PODE PROVAR QUE ELE EXISTE.

N’Ele se acredita por ser sensatamente SUPOSTO que existe.

“Bem-aventurados os que têm o coração puro, pois verão a Deus”, disse o Mestre; por isso, ver com o coração é acreditar, e se a Fé se relaciona com o verdadeiro Bem, não pode ser enganada. Os nossos julgamentos em matéria de Fé, aplicam-se a nós mesmos. Nós os fazemos á semelhança do nosso ideal.
Aqui o Mestre confirma: - “Quem faz o os deuses torna-se semelhante a eles, assim como todas aqueles que lhes dão confiança.”

O homem é filho de Deus, porque Deus, manifestado, é chamado “o filho do homem”.

O homem é a forma do pensamento divino, e Deus é a síntese idealizada do pensamento humano.
Assim, o Verbo de Deus é o que revela o homem; e o Verbo do homem é o que revela Deus.
Para compreender e honrar Deus todo-poderoso é preciso que o homem seja livre. Pois o reino do céu pertence á Inteligência e ao Amor, ambos filhos da liberdade.

O homem amou e sentiu-se Deus, através deste Amor, percebeu que Deus acabava de nos dar e Esperança Eterna. Aqui o homem percebeu que era LIVRE, e que através desta liberdade, tinha abraçado a VIDA.

Um dia despertaremos dos nossos sonhos penosos de uma vida atormentada, a obra da nossa provação terá acabado e nos tornaremos fortes o bastante contra a dor para alcançarmos a imortalidade.

Então viveremos em Deus e desceremos ás suas obras com a luz do seu pensamento e seremos levados ao infinito pelo sopro do seu Amor. Seremos, sem dúvida, os primogénitos de uma nova raça: - Anjos do porvir.

E o Mestre E. Levi diz:- “Seremos Mensageiros celestes, vogaremos na imensidão e as estrelas serão as nossas brancas naus.!”

Arranjado e interpretado por
MariaHelena
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quinta-feira, 8 de abril de 2010

EXORCISMO DO FOGO …. Ritual para cura, protecção, consagração, orientação, afastamento de maus espíritos, demónios, maus augúrios, pragas moléstias, etc



EXORCISMO DO FOGO …. Ritual para cura, protecção, consagração, orientação, afastamento de maus espíritos, demónios, maus augúrios, pragas moléstias, etc


Trata-se de verdadeira magia branca.

O Único segredo da prática deste exorcismo, assim como de tua a magia branca, é que deve ser feita com fé, com verdade e com pureza de espírito e, APENAS, com as melhores intenções.

MAGIA BRANCA – RITUAL DO FOGO

Se precisa de dar uma limpeza em sua vida e em sua casa, se lhe parece que sua vida anda menos bem, então experimente este Ritual para expulsar moléstias, pragas, larvas astrais, maus augúrios e energias negativas.

AS ENTIDADES QUE PARTICIPAM NESTE RITUAL SÃO:
O Deus do Fogo que se chama: ……………. AGNI
Os Génios do Fogo que são os: ……………. INRI e RUDRA
O Arcanjo do fogo …………………………….... SAMAEL
Michael ………………………………………………. Rei do Fogo
O Elohim…………………………….……………….. GIBOR
E Anael ……………………………………………….. o Princípe da Luz Astral
Os Elementais …………………………………….. SALAMANDRAS e VULCANOS

OS MANTRAS A PRONUNCIAR SÃO:
“S”…….…. pronunciado como um silvo
“INRI” …. Mais acentuado na última sílaba
“RÁ” …… com o “r” bem arrastado

Perfume ………….MIRRA

Objectos…………VELA e Espada

O DIA DA SEMANA É
Dia da Semana: 5ª− feira, à meia−noite de quarta para quinta.
Direção: Sul

Preparação do Altar com o perfume, a vela e os 4 elementos – água, fogo (a vela), um recipiente com um pouco de terra, o ar, é o ambiente perfumado.
De preferência, vista roupa branca ou muito clara.
Passe o incenso (Mirra) por todo o aposento, sempre de costas para a porta, passe o incenso em si mesmo.
Pegue na espada com a mão direita e na vela com a mão esquerda.
Vire-se para o SUL
E diga em voz audível, forte e segura:

“Michael, Rei do Sol e do Raio!
“Samuel, Rei dos Vulcões!
“Anael, Príncipe da Luz Astral!
Assiste-nos em nome de Cristo, pela Luz de Cristo, pela majestade de Cristo.
Amén, Amén, Amén.

Pronunciar os Mantras
INRI………..três vezes
SSSSS ……. Sete vezes enquanto trabalha com a espada e a vela

Como isto:
a) - INRI, INRI, INRI, poderoso Gênio, te pedimos permissão para que as Salamandras e os Vulcanos executem este trabalho de... (mencionar o tipo de trabalho, se de cura, de limpeza, de proteção, de orientação ou consagração).
b) - Salamandras e Vulcanos do Misterioso elemento, vos ordenamos emnome do Pai, do Filho e do Espírito Santo para que protejais este recinto pelo Norte, pelo Sul, pelo Leste e pelo Oeste, para que nenhuma força nos atrapalhe nem cause danos.
c) - Também vos ordenamos que abençoem nossas pessoas e nossos lares para que sejamos fiéis aos desígnios espirituais.

Terminar cantando o mantra:

IAO...cantar este mantra por doze vezes, enquanto se visualiza uma parede de fogo azul envolvendo o local onde se realiza esta Conjuração e as pessoas participantes.


NOTA: - Dá resultado. Já o executei algumas vezes para pessoas amigas.

Desejo-vos bons resultados e coragem para a execução.
MariaHelena

domingo, 4 de abril de 2010

A INFLUÊNCIA DO SER HUMANO NA CONCRETIZAÇÃO DO PLANO DIVINO SOBRE A TERRA


A INFLUÊNCIA DO SER HUMANO NA CONCRETIZAÇÃO DO PLANO DIVINO SOBRE A TERRA
Sabemos que o homem, em sua mais íntima natureza divina, é essencialmente Uno com a Realidade sustentadora do Universo e faz parte dela.

Uma vez que o homem é essencialmente divino, a Teosofia ensina que a vontade humana é um factor importante no drama universal que se desenvolve, através da Vontade Divina. É certo que o exercício de sua vontade está limitado pelo seu grau de evolução, mas a sua vontade sempre afecta em maior ou menor medida a corrente de sucessos vinculados á vida humana e do planeta.

Ainda que pareça que os seres humanos não intervêm na elaboração e concretização do Plano de Deus sobre a Terra, em escala universal, parece que desempenham um papel importante na determinação do curso dos sucessos relacionados, especialmente com a evolução humana e planetária.

O livre-arbítrio do homem, apesar de se desenvolver numa esfera limitada e poder parecer insignificante, perante a grandiosidade do plano Universal, influi de uma forma muito significativa nos planos destinados á evolução e aperfeiçoamento do Homem e do planeta.
Quem não acredita nesta influência significativa é porque olha para o homem como se ele fosse um simples animal, com mente subdesenvolvida, e não como um ser divino que possui ilimitadas potencialidades.

Aprendemos que o plano de desenvolvimento do Universo está determinado pela inter-acção da Vontade Divina com as vontades das Mônadas individuais associadas a um sistema em evolução.

Mas sendo analisado correctamente, talvez seja mais exacto dizer que o plano de desenvolvimento do Universo é, sem dúvida, o resultado desta inter-acção.

Ora vejamos: é certo que nas primeiras etapas de evolução, as Mônadas apenas são capazes de exercer uma influência insignificante neste drama universal, mas nas etapas mais adiantadas, quando as Mônadas individuais já se encontram num plano mais elevado de evolução, a sua influência torna-se, deveras, enorme.

Aqui poderia nomear uma porção de casos que levaria, a quem estar a ler este texto, a acenar afirmativamente com a cabeça. Em vez disso, peço que pensem e avaliem quantas coisas se fizeram e fazem e quantas se disseram e dizem que têm levado e levam á destruição do planeta e á evolução negativa do homem.

De fato, à medida que nos elevamos na escala da evolução, a fusão da consciência torna-se mais perfeita, ficando mais difícil localizar a linha divisória entre a Vontade Divina e a vontade Monádica do ser humano.

Desta evolução resulta que se torna correcto dizer o seguinte:

***A Vontade Divina expressa-se sem impedimentos por meio das Mônadas;

***Mas também é correcto dizer que a vontade das Mônadas dos seres humanos se tornou livre e auto-determinada.

Este facto, torna-se inevitável, porque as Mônadas “derivam da diferenciação” daquela Realidade Única a que chamamos de o TODO ABSOLUTO, por isso não pode haver “diferença essencial” entre estas “duas vontades”.

Desta afirmação temos uma prova:

- A existência do livre-arbítrio do indivíduo no decurso da evolução humana, colectiva e individual, é, precisamente, devido á inter-acção entre a Vontade Divina com a vontade individual do homem.

Podemos perguntar:
Em que lei se fundamenta esta inter-acção?

É evidente que nas etapas iniciais a “lei que governa a evolução humana”, permitindo que o indivíduo exerça seu livre-arbítrio, é a “lei do Karma” que governa, em seu aspecto mais amplo.

Mas o homem, não é um ser material, é um “ser espiritual”, habitando um corpo material ou veículo, sendo assim, todos sabemos que um ser espiritual pode, se assim o desejar, desenvolver as suas potencialidades divinas

**-não pela imposição de um código de conduta exterior,

**-mas aprendendo a fazer o que é justo e estando de acordo com a Vontade Divina por sua livre escolha,

**-porque vê que isso promove o bem de todos, inclusive o dele mesmo.

Através desta aprendizagem e da sua compreensão, o individuo, ao contemplar a própria natureza do Universo como uma expressão da “Ideação Divina” apoiada na “Vontade Divina”, deduz que a meta suprema da evolução e o despertar de sua natureza espiritual dependem de que ele viva e actue em perfeita harmonia com a Vontade Divina.

Esta dedução o levará a corresponder-se com o Plano Divino, de maneira harmoniosa e perfeita, para cumprir bem seu próprio destino.

MariaHelena

sábado, 3 de abril de 2010

OS CHACRAS SÃO OS SETE PONTES DE PODER VITAL NO CORPO



OS CHACRAS SÃO OS SETE PONTES DE PODER VITAL NO CORPO

TEXTO DE Charles Del Campo, TEOSOFISTA

Chakras são os sete pontos de poder da força vital no corpo. Assim, o nosso amado teosofista, CW Leadbeater escreveu um livro profundo e esotérico sobre este admirável sabedoria antiga que está tão descartado hoje em dia.

No entanto, as teorias filosóficas e os modelos de chakras sistêmica como vórtices de energia foram identificados através da prática do yoga na Índia Antiga, que foram eles os primeiros a codifiá-los. Chakra meio da roda de luz Sânscrito e remete para uma esfera de giro da atividade energética bio provenientes dos gânglios nervosos importantes ramificações para a frente da coluna vertebral. Chakras função e se relacionar dentro da suite sistêmica do ser humano corpo-mente.

Assim, o Chakras são consideradas como um nexo de metafísica e / ou energia biofísicos do corpo humano. Eles são os sete pontos de energia no corpo humano que circula a energia ou a força da vida também conhecida como prana ou chi. Conforme Agni Yoga como discutido por Helena Roerich, Que recebem, assimilar e expressar essa força vital de energia.

Além disso, o Chakra pontos no corpo é especulado para conter um certo nível de consciência. Até o momento, o chakra mais poderoso é o chakra do "Coração " e, em seguida, a linha fina do divino Kundalini... Aqui é uma experiência: pensar e agir por uma hora inteira com o coração e ver o que acontece!

Surpreendentemente, essas rodas da força energética tem a possibilidade de efeito-nos fisicamente, mentalmente, emocionalmente, fisicamente e espiritualmente, porque são níveis de consciência feita pelos nossos estados mentais. Com tais revelações, os monges no Tibet, no Himalaia continuam a praticar o correspondente Mantras de cada chakras a fim de manter o equilíbrio e harmonia.

Como assim, nossas atitudes e nosso chakras silenciosamente interativo, o que explica por que esses vórtices pode ser extremamente poderoso sobre a mediação, a projeção astral e magia. Curiosamente, estes centros de energia pode ser rápido ou lento, pulsar, ou radiante, expandido ou contraído dependendo do nosso nível de energia e evolução espiritual.

Como tal, o Rosacruz, o Martinista e Theosophist acredito que o chakras estão alinhados verticalmente no centro do corpo perto da coluna vertebral e proporcionar uma troca de energia com seu entorno, muito caminho a seus pulmões proporcionar uma troca de ar com o seu corpo. Assim, cada chakra tem um estado particular de consciência, que detém e os efeitos e pode ser ativado para energizá-lo com o mantra correspondente! Exemplo, Om, Aum, Khei, Om Mani Padme AumEtc ....

Curiosamente, os sete principais chakras são aqueles usualmente trabalharam com, e são mais gerais na sua finalidade. É a sete chakras que se correlacionam com estados básicos da consciência. Além disso, sua estimativa de que há também menor chakras nas mãos, pés, mãos e ombros.

Literalmente, dependendo de seu fundamento metafísico, alguns argumentam que qualquer turbilhão de atividade poderia ser chamado de chakra. No entanto, o menor e secundária chakras são mais direcionados e específicos em sua finalidade, se você se concentrar sobre as práticas de visualização.

Assim, quando se trabalha em uma maneira saudável, o chakras será ativado apropriadamente (em resposta a sua atitude), a situação na mão e você pode realmente sentir a sincronicidade de seu corpo, alma e mente. Devemos ter em mente que tudo que nos cerca é energia que não pode ser criada ou destruída, mas alternativamente mudou!

Curiosamente, o Chakras Também são considerados os moderadores do nosso corpo para transmitir e receber as percepções extra-sensoriais, tal como definido no Parapsicologia dentro do Paranormal estados de espírito e acontecimentos sobrenaturais.

Exemplificado: você não iria responder com o coração em matéria de sobrevivência, nem responderia com suas estações de força de vontade a questões de amor, embora haja momentos em que estes poderiam ser considerados adequados.

Como sempre, suas observações, gabaritos, correções e desgostos são principalmente bem-vindos!

Fraternalmente,

FRC Charles Del Campo: ,32 S / I